terça-feira, 29 de março de 2016

Paulo de Morais




Paulo de Morais, mais conhecido como o "senhor corrupção", não porque tenha alguma ligação estreita com o tema em questão, mas sim pelas suas posições anti corrupção.

A entrega 6000 assinaturas marca o arranque oficial da sua corrida à presidência da república, ao longo do seu percurso Paulo de Morais terá sido aquele que mais se bateu pelo tema da corrupção, insistindo que o cargo de Presidente poderia servir o país combatendo todo o tipo de elícito utilizando a sua influência.

Habituado ao confronto publico e político Paulo de Morais não gozou do apoio de nenhum dos partidos que lugar na assembleia da república concorrendo como independente, tal situação pode ajudar a explicar os fracos resultados que obteve.

O candidato obteve cerca de 100 mil votos, entrando no espectro de candidatos que arrecadaram um total de votos inferior ao número de votos nulos e brancos.

Paulo de Morais obteve 100 mil e oito votos e um total de 2,16% dos votos válidos expressos.



Fonte: http://www.eleicoes.mai.gov.pt/presidenciais2016/

Tempo de Antena



Nome:  Paulo Alexandre Baptista Teixeira de Morais
Idade: 52
Data de Nascimento: 22 de Dezembro de 1963
Profissão: Professor Universitário
Naturalidade: Viana do Castelo
Habilitações Académicas:

2011 – Doutoramento em Engenharia Industrial e de Gestão defendido na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com a tese “Evaluation of performance of European cities with the aim of increasing quality of life”, aprovada por unanimidade e com distinção, desenvolvida no âmbito da investigação operacional (desenvolvimento metodológico e aplicação de Data Envelopment Analysis) e estatística. 

1996 – Curso de Defesa Nacional 

1993 – MBA em Comércio Internacional pela Católica Porto Business School (à data Instituto Empresarial Portuense em parceria com a ESADE – Escuela Superior de Administración y Dirección de Empresas de Barcelona), com a média de 14 valores. 

1989 – Licenciatura em Matemática – Ramo Matemática Aplicada, pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, com a média de 12 valores.

Publicações

Participação em Livros: Arrendamento Social, CIJE – Centro de Investigação Jurídico-Económica da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, Almedina, 2005 ‘Anatomia da Corrupção em Portugal’ in Sousa, L. e Soares, D. (Org.) Em memória de Saldanha Sanches- tranparência, justiça, liberdade, Edições RCP, no prelo .

Livros não científicos editados: Morais, Paulo, Da corrupção à crise, Gradiva, 2013. Paulo Morais – Mudar o Poder Local, por António Freitas de Sousa, Edeline, 2006 Morais, Paulo & Outros, Porto de Partida Porto de Chegada, Âncora Editora, 2003 

Apoios: Apesar de não ter recolhido apoio formal por parte de nenhum partido político, apresentando-se como independente.

Morais,P. (2015).


Mandatário Nacional 


Teresa Serrenho é Professora, empresária, formadora, membro da Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, dirigente associativa.

Caldense de gema, nascida a 7 de Abril de 1956, concluiu o Magistério Primário na nossa cidade aos 18 anos, idade em que começou a dar aulas, coincidente com a grande mudança política da segunda metade do século XX. Estávamos então em 1974. Serrenho, M. (2013)


Orçamento de Campanha

Receita: 93 mil euros



Despesa: 93 mil euros



Fonte: http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/file/paulo_morais_orcamento.pdf?src=1&mid=3567&bid=2690

Website: http://www.paulodemorais2016.com

Webgrafia

Martins, L. (2016, Fevereiro 18). Os candidatos presidenciais. Jornal Público. Publicado em : https://www.publico.pt/presidenciais-2016/candidatos

Morais, P. (2015). Home Page. Consultado em  Março, 29 de 2016.  http://www.paulodemorais2016.com

Serrenho, M. (2013). Viver o concelho Movimento Independente Caldas da Rainha. Consultado em Março, 29 de 2016. http://viveroconcelho.pt/

Tribunal Constitucional Portugal. (2016). .  Entidade das Contas e do Financiamentos Políticos. Disponível em: http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/contas_eleicoes-pr.html#1103

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Soft Power



https://sunnyntayombya.wordpress.com/2013/10/17/how-to-leverage-rwandas-soft-power/

Segundo o professor Victor Marques dos Santos  podemos identificar poder como uma “característica essencial da realidade humana, que adquire expressão através de manifestações diferenciadas resultantes da convergência das dimensões social e individual da capacidade do respectivo exercício, caracterizado pela posse e como uma capacidade que, entre outras , se desenvolve no sentido da realização de um objectivo, da concretização de uma finalidade” (Santos, 2007) outra definição verificada é a do professor António de Sousa Lara que apresenta o poder como “ um conjunto de meios capazes de coagir os outros a um determinado comportamento . (Lara, 2005)

O soft power pode ser definido como “levar os outros a desejarem o que nos próprios desejamos (…) em determinar a agenda política para influenciar as preferências dos outros . O soft power  também é mais do que persuasão ou a capacidade de convencer pessoas através de argumentação . É a capacidade de sedução e de atracção . O soft power tem , em grande parte , origem nos nossos valores”  (Nye, 2005) . 

Este tipo de poder funciona em certa medida como catalisador de tomadas de decisão por parte de outros baseando-se na nossa vontade usando para isso o poder economico , cultural , político e religioso . O soft power é um aliado poderoso no sentido que faculta ao Estado detentor deste poder a capacidade de ser seguido não pela sua capacidade bélica mas sim pelos seus valores .

Lara, A. ( 2005), Ciência política – Estudo da ordem e da subversão. 3ª Edição, ISCSP. Lisboa


Santos, Victor Marques dos. (2007) , Introdução á teoria das relações internacionais. ISCSP. Lisboa


Nye, Joseph. (2005), O paradoxo do poder Americano: Porque é que a única superpotência mundial não pode actuar isoladamente. 1ª Edição, Gradiva. Lisboa


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Participação Política

Conceito Operacional de Participação Política

http://rr.sapo.pt/noticia/35876/antonio_costa_salienta_a_importancia_da_participacao_eleitoral
Neste texto optamos pela apresentação de uma definição mais completa possível tendo em consideração o que estamos a analisar. Sendo tomada a palavra participação, em sentido estrito , a mesma poderá ser reservada, finalmente, para situações em que o indivíduo contribui directa ou indirectamente para uma decisão política.

Consideramos como participação política as acções levadas a cabo pelos cidadãos e pelos grupos, directa ou indirectamente, de forma autónoma ou mobilada, por meios consentidos ou não consentidos, dirigidas aos governantes e às instituições públicas, por forma a influenciar a formação das políticas públicas ou modificar as decisões já tomadas e implementadas, sejam de âmbito individual ou colectivo, independentemente do resultado conseguido pelos seus promotores directos ou indirectos.